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V

5. A CONVERGÊNCIA FINAL: O MODERNISMO

Como diagnosticou São Pio X, o Modernismo é a síntese de todas as heresias, porque funde os três ramos dentro da própria Igreja e ainda incorpora o plano da fraternidade universal sem conversão:

Do Protestantismo:

Toma o subjetivismo e o livre exame individual da fé.

Do Racionalismo:

Toma o método hipercrítico que destrói o sobrenatural.

Da Revolução:

Toma o impulso de dissolver a Igreja no espírito do mundo.

Do plano da Maçonaria até Benamozegh:

Toma a ideia de metamorfose da Igreja para uma religião universal noachida.

«O modernista sustenta um sistema filosófico, teológico, histórico, crítico e apologético inteiramente perverso. É a coletânea de todas as heresias.»

— São Pio X, Encíclica Pascendi Dominici Gregis (1907) DH 3475

«O gênero humano, depois de sua miserável queda de Deus, Criador e Doador dos bens celestes, pela inveja do demônio, separou-se em duas partes diversas e opostas, das quais uma combate constantemente pela verdade e pela virtude, e a outra luta pelas coisas contrárias à virtude e à verdade. Uma é o Reino de Deus na terra, a saber, a verdadeira Igreja de Jesus Cristo. A outra é o reino de Satanás. Neste período, porém, os partidários do mal parecem conspirar entre si e lutar com veemência unida, conduzidos ou auxiliados por aquela associação fortemente organizada e largamente difundida chamada Maçons.»

— Papa Leão XIII, Encíclica Humanum Genus (20 de abril de 1884), §1-2

Por trás de todas, opera a mesma raiz imutável do pecado: a dúvida — «Será que Deus disse...?» (Gn 3, 1), a soberba da autonomia — «Sereis como deuses» (Gn 3, 5), e a revolta lúciferina — «Não servirei» (Jr 2, 20). A heresia final não é mero erro intelectual. É uma escolha voluntária de revolta.

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